Blog

  • Olá, mundo!

    Boas-vindas ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a escrever!

  • Cinemateca Paulo Amorim ganha Prêmio Luís César Cozzatti – Destaque Gaúcho 2025

    ACCIRS revela os vencedores entre os Melhores do Ano

    A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, em seu 17º ano de atividade, elegeu, como ocorre tradicionalmente, os Melhores do Ano. A entidade teve por base produções lançadas em mostras e festivais, no circuito comercial e em plataformas de streaming no ano de 2025.

    Dividida em dois turnos, a votação selecionou os melhores longas-metragens estrangeiro, brasileiro e gaúcho, além do melhor curta gaúcho do ano. Ainda, os membros da ACCIRS entregam, desde sua primeira edição, o Prêmio Luís César Cozzatti, que reconhece filmes, projetos, instituições ou pessoas de destaque no cenário audiovisual gaúcho.

    Prêmio ACCIRS 2025:

    Melhor curta-metragem gaúcho: Trapo, de João Chimendes

    Melhor longa-metragem gaúcho: Memórias de um esclerosado, de Thais Fernandes e Rafael Corrêa

    Melhor longa-metragem nacional: O Agente secreto, de Kleber Mendonça Filho

    Melhor longa-metragem internacional: Foi apenas um acidente, de Jafar Panahi

    Prêmio Luís César Cozzatti – Destaque Gaúcho 2025: Cinemateca Paulo Amorim

    Sobre a Cinemateca Paulo Amorim

    Completando 40 anos em 2025, a Cinemateca Paulo Amorim é um patrimônio cultural e do audiovisual gaúcho. Reúne três salas de cinema localizadas no térreo da Casa de Cultura Mario Quintana: Paulo Amorim (125 lugares), Eduardo Hirtz (70 lugares) e Norberto Lubisco (40 lugares). A CPA é uma instituição da Secretaria da Cultura do RS e conta com uma Associação de Amigos ativa, que faz a gestão financeira dos cinemas e apresenta os projetos de patrocínio. A CPA é o espaço mais antigo e tradicional no circuito de salas culturais de Porto Alegre, com atividades praticamente ininterruptas nestas quatro décadas. A programação prioriza os filmes autorais e as cinematografias independentes de gêneros diversos, abrindo espaço para títulos que não entram no circuito das grandes redes de cinema. A curadoria também é atenta à produção nacional e às obras dos realizadores gaúchos, que têm nos editais públicos um incentivo fundamental para seus filmes. Além da programação regular, com até dez exibições diárias, a Cinemateca Paulo Amorim oferece atividades para o público infantil (a Sessão Quintaninha) e exibições com acessibilidades (Libras, audiodescrição e legendagem) de filmes nacionais.

    A Cinemateca ainda é parceira em festivais e mostras de instituições parceiras, como o Fantaspoa, Frapa, Festival de Cinema Francês, Festival de Cinema Coreano, Mostra de Cinema Musical Gaúcho, Mostra CineLiteratura, Festival Cinema Negro em Ação, Mostra de Rock Gaúcho no Cinema, Festival de Cinema Italiano, Mostra de Cinema Russo e Soviético e Sessão Accirs de Cinema. A CPA também mantém, em seu site, o Portal do Cinema Gaúcho, o mais completo banco de dados sobre a produção audiovisual do Rio Grande do Sul e ferramenta fundamental para pesquisadores e interessados no nosso cinema. Em 2025, a Cinemateca Paulo Amorim recebeu um público de 65 mil pessoas e exibiu cerca de 400 títulos diferentes. Atualmente, a jornalista Mônica Kanitz é diretora e curadora da Cinemateca, enquanto a Associação dos Amigos da CPA tem como presidente o pesquisador Glênio Póvoas.

    Sobre a ACCIRS

    A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul foi fundada em 29 de março de 2008. Agrega profissionais da crítica cinematográfica oriundos de diversas áreas, incluindo jornalistas, publicitários, psicanalistas, professores, pesquisadores e escritores com experiência em jornal, rádio, televisão e internet e tem como finalidade a divulgação do cinema, a promoção do debate sobre filmes e a defesa da reflexão crítica, responsável e de qualidade em relação às obras audiovisuais abordadas, bem como a defesa de seus associados para que exerçam com liberdade as prerrogativas de seu trabalho.

     

  • www.instagram.com/marcelo.canellas/

    Encontrado por acaso pelo pesquisador Glênio Póvoas em 2008 e restaurado no ano passado pela Cinemateca Brasileira é hoje o material cinematográfico preservado mais antigo do Brasil. Foi feito em Santa Maria (RS) pelo fotógrafo alemão Eduardo Hirtz e se chama CEREMÔNIAS [sic] E FESTA DA IGREJA EM S. MARIA. Clique para apreciar as cenas históricas filmadas em dois lugares: em frente à Catedral da cidade e na Estação Ferroviária de onde se vê a partida de um trem.

    Entrevista de Glênio Póvoas para Marcelo Canellas gravada no Centro Cultural CESMA Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria, durante o SMVC 17º Santa Maria Vídeo e Cinema – Diálogo, em 31 out 2025, sex

    Reportagem e texto: Marcelo Canellas / @marcelo.canellas

    Edição e finalização: Juliana Brittes / @j.ubrittes

    Duração: 02:59

    Postado em 18 nov 2025

    https://www.instagram.com/p/DRMn4RujpK9/

     

  • SMVC Santa Maria Vídeo e Cinema

    SMVC 17º Santa Maria Vídeo e Cinema – Diálogo
    29 out-1º nov 2025, qua-sab
    Curadoria: Luiz Alberto Cassol, Luciano Ribas

    29 de outubro de 2025, quarta-feira

    14h – Cineclube da Boca – Auditório 67 – Campus Central da UFSM
    Longa-metragem convidado: Cine Globo Uma vida de cinema (Christian Jafas, Carlos Roberto Grün, 2024, 75 min, documentário, BR) Presença dos diretores

    Theatro Treze de Maio (Praça Saldanha Marinho, Centro)

    16h – Longa-metragem convidado: Notas sobre um desterro (Gustavo Castro, 2025, 80 min, documentário, BR)

    19h
    Abertura oficial

    Homenagem: Juana Miranda González
    Campo de cebollas (Juana Miranda González, 2022, 7 min, documentário, PY)

    Mostra de curtas premiados da Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños (CU)
    Cuando llegue la noche (Feguenson Hermogène, 2022, 12 min, documentário, CU)
    Fin (Laura Sousa, 2018, 15 min, documentário, CU)
    Murciélago (Claudia Claremi, 2018, 11 min, documentário, CU)
    Nunca jamás (Violeta Ampudia, 2019, 11 min, documentário, CU)
    O Mar também é seu (Michelle Coelho, 2022, 21 min, documentário, CU-BR)
    Soberane (Wara, 2022, 27 min, ficção, CU)

    De 30 out a 1º nov, todas as exibições e atividades aconteceram no Cineclube Lanterninha Aurélio – Centro Cultural CESMA Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (R. Professor Braga, 55, Centro) Auditório João Miguel de Souza
    MN Mostra Nacional
    MS Mostra Sinprosm de Santa Maria e Região

    30 de outubro de 2025, quinta-feira

    16h – Sessão 1
    MN: Chache Lavi (Clementino Júnior, 2024, 24 min, documentário, RJ)
    MN: O Que fica de quem vai (André Zamith, Vinícius Cerqueira, 19 min, ficção, SP) Presença de V. Cerqueira
    MN: Pó de palha (Elizângela da Silva, Dante ‘Ori’ José, 3 min, animação, BA)
    MS: Cartas de Felippe (Marcos Borba, 21 min, documentário, RS) Presença do diretor e equipe
    MN: Chibo (Gabriela Poester, Henrique Lahude, 18 min, documentário, RS)

    19h30
    Homenagem Santa Maria e Região: Paula Souza

    Sessão 2
    MN: Flor (Joana Bernardes, 20 min, ficção, RS) Presença da atriz Carla Cassapo
    MN: O Louco (Guilherme Suman, 19 min, ficção, RS) Presença da atriz Paula Souza
    MN: Lagrimar (Paula Vanina, 14 min, animação, RN) Presença da diretora
    MN: Correnteza (Diego Müller, Pablo Müller, 8 min, documentário, RS) Presença dos diretores
    MN + MS: Morada (Neli Mombelli, 25 min, documentário, RS) Presença da diretora e equipe
    MN: A Última valsa (Fábio Rogério, Jean-Claude Bernardet, 6 min, documentário, SP) Presença de F. Rogério
    MS: O Amanhã de ontem (Fabrício Koltermann, 18 min, ficção, RS) Presença da equipe

    31 de outubro de 2025, sexta-feira

    16h – Sessão 3
    MN: Sublime chão (Gabriel Borges Rollo, 15 min, documentário, SP)
    MN: À Borda da vida (Camila Bauer, 18 min, documentário, RS) Presença do montador Raoni Ceccim
    MN: O Nome da vida (Amanda Pomar, 13 min, animação, MG) Presença da diretora
    MN: A Última primavera (Michelly Hadassa, 15 min, ficção, SC) Presença da diretora
    MS: O Céu invisível (Robson Santos Rosa, Max Frutuoso, Jamille Marin, Júlia Urach, 24 min, documentário, RS) Presença da equipe
    MS: Para que eu não esqueça (Marcos Oliveira, 23 min, ficção, RS) Presença da equipe

    18h – Lançamento e sessão de autógrafos do Dicionário de filmes gaúchos, de Glênio Póvoas

    19h30
    Fora de concurso: A Biblioteca de Jorge Furtado (G. Póvoas, Luiz Alberto Cassol, 2025, 13 min, documentário, RS)

    Homenagem Nacional: Marilaine Castro da Costa

    Sessão 4
    MS: Cadê a nota? (Gelton Quadros, Ficção, 2024, 25 min, RS) Presença da equipe
    MN: A um gole da eternidade (Paulo Ricardo de Moraes, Camila de Moraes, 16 min, ficção, RS) Presença de P. R. de Moraes e Thaïs Bretanha
    MN + MS: O Churras (Maurício Canterle, 13 min, ficção, RS) Presença do diretor e atores
    MN: Bicicleta vermelha (Rodolpho Pinotti, 15 min, animação, SP) Presença de Paula Cencig
    MN + MS: Tudo o que Deus quer saber (Ema Souza, 19 min, ficção, RS) Presença da equipe
    MN: Tem dia que de noite é foda (Hander Paiva, 6 min, ficção, CE) Presença do diretor

    1º de novembro de 2025, sábado

    10h-12h30 – Caminhada – História dos cinemas e patrimônio art déco de Santa Maria
    Organização: coletivo Memória Ativa
    1. Gare. 2. TV Ovo Sobrado Centro Cultural com apresentação dos planos para o futuro do espaço e vídeos sobre a TV Ovo + trailer de Quando a gente menina cresce (Neli Mombelli) + Cerimônias e festa da igreja em S. Maria – Estado R. G. do S. (Eduardo Hirtz, 1910), as imagens mais antigas preservadas do cinema brasileiro que registram a Catedral em 5 dez 1909 e a Gare. 3. Edifício Mauá. 4. Catedral Metropolitana. 5. Antigo Hotel Jantzen. 6. Cine Teatro Imperial, atual Fundação Eny (R. Dr. Bozano). 7. Sala de Cinema Odeon no Club Caixeiral Santamariense. 8. Cines Glória e Glorinha no terreno onde era o Coliseo Santa-Mariense, atual Igreja Universal (R. Riachuelo). 9. Cine Independência. 10. Almoço na Taverna.

    14h30 – Longa-metragem convidado: Por tu bien (Axel Monsú, 2025, 77 min, AR)

    18h
    Homenagem: Axel Monsú

    Cerimônia de premiação

    Júri: Axel Monsú, Daniel Rodrigues, Giovane Rocha, Juana Miranda, Manuela do Monte

    MOSTRA NACIONAL

    Melhor curta: Chibo (Gabriela Poester, Henrique Lahude). Além do troféu Vento Norte, recebe o troféu do Metropolitano RS – Ecossistema Audiovisual.

    Melhor curta de animação: Lagrimar (Paula Vanina)
    Melhor curta documental: À borda da vida (Camila Bauer)
    Melhor curta de ficção: O Que fica de quem vai (André Zamith, Vinícius Cerqueira)
    Direção: Gabriela Poester e Henrique Lahude (Chibo)
    Roteiro: Maylon Romes (O Que fica de quem vai)
    Interpretação: Julia Almeida (Flor) + Dyio Coêlho (O Que fica de quem vai)
    Direção de fotografia: Henrique Lahude (Chibo)
    Direção de arte: Gabriela Burck e Eder Ramos (Flor)
    Trilha sonora original: João Castanheira e Lucas Borges (O Nome da vida)
    Montagem: Mateus Ramos e Raoni Ceccim (À borda da vida)
    Desenho de som: Bicicleta vermelha
    Menções honrosas: A Última valsa + Cache Lavi + O Nome da vida

    MOSTRA SINPROSM DE CURTAS DE SANTA MARIA E REGIÃO

    Melhor curta: O Amanhã de ontem. Além do troféu Vento Norte, recebe o troféu do Metropolitano RS – Ecossistema Audiovisual.
    Direção: Fabrício Koltermann (O Amanhã de ontem)
    Roteiro: Fabrício Koltermann (O Amanhã de ontem)
    Interpretação: Ida Celina (O Amanhã de ontem) + Henrique Ávila (Para que eu não esqueça)
    Direção de fotografia: Marcos Oliveira (Para que eu não esqueça)
    Direção de arte: Camila Marques (O Amanhã de ontem)
    Trilha sonora original: Márcio Echeverria (Cartas de Felippe)
    Montagem: Marcos Oliveira (Para que eu não esqueça)
    Desenho de som: Guilherme Wallau (O Churras)
    Menções honrosas: Cartas de Felippe + Morada + O Churras

    JÚRI DA CRÍTICA (certificados da ACCIRS Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul)
    Júri: Bianca Zasso, Daniel Rodrigues

    MN: Chibo: com uma câmera ao mesmo tempo onipresente, mas que parece inexistente, dada a capacidade de se integrar à ação dos personagens, e por tratar de forma sensível e cinematograficamente apurada a difícil realidade de mulheres na inóspita região da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina.

    MS: O Amanhã de ontem, pela ousadia tanto estético-visual quanto da proposta temática, pela qual é possível identificar empatia do cineasta para com um grupo social e etário diferente do qual este pertence, e também pelo visível amadurecimento evolutivo em aspectos de linguagem cinematográfica do cineasta em relação à sua própria obra.

    PRÊMIOS DA ORGANIZAÇÃO

    Prêmio Clayton Coelho de Direitos Humanos: O Nome da vida
    Prêmio Luiz Roese, da Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia da Boate Kiss: A um gole da eternidade
    Prêmio Isadora Vianna Costa: O Céu invisível
    Prêmio Cineclube Lanterninha Aurélio: Correnteza

    Prêmio Rede Sina, pelo tema social: Chache Lavi

    Troféu Vento Norte e o SMVC

    O Troféu Vento Norte entregue nas homenagens e premiações é uma réplica da obra eólica da artista Ana Norogrando, localizada no Largo da Locomotiva, no Jardim da Biblioteca Pública Municipal Henrique Bastide, de Santa Maria. O nome também é uma referência ao primeiro longa-metragem de ficção sonoro do Rio Grande do Sul, lançado em 1951 e dirigido por Salomão Scliar.

    SMVC nasce em 2002 para valorizar a produção audiovisual local e nacional. As primeiras 11 edições foram seguidas por um breve hiato, entre 2014 e 2016. Em 2017, o evento foi retomado com uma retrospectiva de sua trajetória e, em 2021, passou a figurar no Calendário Oficial de Eventos do Estado do Rio Grande do Sul.

    Carta de Santa Maria
    1º de novembro de 2025

    Deputados e deputadas, o futuro do audiovisual brasileiro está em suas mãos.

    O relatório apresentado pelo deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), referente à regulação das plataformas de streaming, representa uma grave ameaça à soberania cultural do Brasil. O texto substitutivo ao PL 8889/17, publicado em 27 de outubro, contém distorções técnicas e conceituais que fragilizam todo o ecossistema do audiovisual nacional independente. Votar esse projeto sem escutar e dialogar com produtores, produtoras, realizadores e realizadores de todas as regiões do país é ignorar quem efetivamente constrói o cinema brasileiro todos os dias.

    Há mais de uma década, as plataformas de streaming operam livremente no país, acumulando lucros bilionários sem se comprometer com o desenvolvimento do nosso mercado interno.

    Agora, quando finalmente temos a oportunidade de estabelecer regras justas e equilibradas, o Congresso não pode se curvar a interesses estrangeiros.

    Aprovar o relatório do Dr. Luizinho é selar um retrocesso histórico, é enfraquecer o Estado brasileiro e renunciar à nossa capacidade de proteger e fomentar a produção nacional.

    Temos que ser diretos. O substitutivo apresentado desmantela a política pública audiovisual. Reduz a Condecine Streaming dos 6% antes previstos para meros 4% e, de forma ainda mais grave, entrega 70% desses recursos ao controle das próprias plataformas, por meio de dedução fiscal para seus investimentos diretos – ou seja o Estado abre mão de recursos públicos para grandes corporações produzirem conteúdos próprios de propriedade intelectual estrangeira, alocando esses recursos em grandes empresas do eixo Rio-São Paulo e evitando sua distribuição a realizadores das diversas regiões do Brasil por meio do FSA.

    O resultado é devastador: o Fundo Setorial do Audiovisual, principal instrumento de investimento do setor, ficaria com apenas 30% do montante. Trata-se de um golpe direto contra o cinema independente, a economia do setor audiovisual de Norte a Sul e contra a cultura brasileira.

    Deputados e deputadas, o que está em jogo vai muito além de números. São milhares de empregos, a circulação e a diversidade das nossas histórias, a propriedade intelectual do que produzimos e a presença do Brasil nas telas do mundo. O projeto relatado por Dr. Luizinho destrói as bases da produção independente e afronta o princípio da soberania cultural que deve orientar qualquer nação.

    Nenhum país que cede o controle de sua narrativa às big techs estrangeiras preserva sua identidade.

    Por isso, apelamos à consciência e ao compromisso de cada parlamentar com a soberania nacional. Rejeitem o parecer do deputado Dr. Luizinho em seus termos atuais. Defendam a cultura brasileira e o Fundo Setorial do Audiovisual. Garantam a cobrança de uma Condecine justa das plataformas, com o mínimo de 6%, bem como cotas de 20% de obras nacionais nos catálogos, visibilidade às produções brasileiras e a destinação majoritária dos recursos ao FSA.

    A história não esquecerá daqueles e daquelas que, neste importante momento, ficarem ao lado da cultura nacional e nem daqueles e daquelas que optarem por entregar o audiovisual brasileiro ao domínio estrangeiro.

     

  • FECIC 3º Festival de Cinema de Canoas

    A Biblioteca de Jorge Furtado (Glênio Póvoas, Luiz Alberto Cassol), curta-metragem produzido pela Cinemateca Paulo Amorim, Associação dos Amigos e Studio Wild ganha o Troféu Canoeiros de melhor trilha sonora no FECIC 3º Festival de Cinema de Canoas.
    A cerimônia de premiação foi em 28 de setembro de 2025 no Teatro do Sesc Canoas, com transmissão ao vivo pela TV Minuano.

    A seguir todos os filmes participantes e premiados.

    FECIC 3º Festival de Cinema de Canoas
    25-28 set 2025, qui-dom
    Sesc Canoas (Av. Guilherme Schell, 5.340, Centro)

    Comissão de seleção: Alexandre Derlam, Cristina Savian, Jorge Ghiorzi.
    Júri: Jorge Henrique Boca, Paula Souza, Ricardo Ghiorzi.

    CATEGORIA ESTUDANTIL (filmes de Canoas)
    A Arte de ser livre (Nicole Alves / EMEF Prefeito Edgar Fontoura)
    A Cápsula do tempo (Maikel S. S. / EEEM Bento Gonçalves)
    A Carteira (Maitê Bittencourt Ferreira / IFRS Campus Canoas)
    A Carteira (Léo Moura / IFRS Campus Canoas)
    A Igreja do diabo (Matheus Capellari / IFRS Campus Canoas)
    As Minas e os karas em: A droga da obediência e outros mistérios (Adriano Sousa Costa / EMEF Pernambuco)
    Influência da psicologia das cores nas produções do Studio Ghibli (Sofia Teixeira, Larissa Fraga / EEEB Nova Santa Rita, documentário)
    Pequenos relatos: Fernando Quiroga e seus antepassados (Cecília Alves / EMEF Prefeito Edgar Fontoura, documentário)
    Querida irmã (Luiza Weber / Colégio IPUC)
    Racismo (Ana Clara Boll Alves / EMEF Prefeito Edgar Fontoura, documentário)
    Vazios despertos (Ysadora Emanuele Borjes / EMEF Monteiro Lobato)

    Melhor filme – Júri oficial: Querida irmã
    Melhor filme – Júri da crítica: As Minas e os karas em: A droga da obediência e outros mistérios
    Melhor filme – Júri popular: A Cápsula do tempo
    Melhor filme – Colegiado de Canoas: Racismo

    CATEGORIA UNIVERSITÁRIA
    A Balada de um artista em extinção (Vitz Almeida, Maurício Bremm / UNISC)
    Carcarás (Gabriello Alvarez / PUCRS)
    Ça me va (Wellington Lucas Rocha de Souza / FSG)
    Confio (Giovanna Plentz / FEEVALE)
    Desperta (Laura Becker / UNISINOS, animação)
    Ervilhas (Catherine Pires Pedroni / UCS)
    Espaço de transição (Bruno Ramos Martins / UFPel, animação)
    Minha querida bruxinha (Brenda Magalhães / UFPel, animação)
    Porto macabra (Ju Costenaro / PUCRS, documentário)
    Posso contar nos dedos (Victória Kaminski / UFPel, animação)
    Prato principal (Rebeka Paula, Pitagoras Nardi / UNIRITTER)
    Submersa (Laura Viegas / UNISINOS)
    Ternura (Malu Ferreira dos Santos / UFPel, animação)

    Melhor filme – Júri oficial: Confio
    Melhor filme – Júri da crítica: Desperta
    Melhor filme – Júri popular – Troféu Cine Porcello: Submersa
    Melhor filme – Colegiado de Canoas: Carcarás

    CATEGORIA MUNICIPAL
    Canoas, um poema (Léo Moura)
    Cardo (Allan Riggs, Guilherme Suman)
    Diários de um slasher canoense (Felipe Iesbick)
    Diz o nome (Anne Plein, Lau Graef, Mirela Kruel)
    Enquanto a partida durar (Léo Moura)
    Gosto estranho (Wender Zanon)
    Memórias enferrujadas – Costuras do tempo (Tayhú Durigon Wieser)

    Melhor filme: Enquanto a partida durar (+ prêmio Locall Cinema e Televisão em locação de equipamentos)
    Direção: Léo Moura (Enquanto a partida durar)
    Roteiro: Flávio de Castro Barbosa, Wender Zanon, Érico Noronha (Gosto estranho)
    Atriz: elenco (Diz o nome)
    Ator: Gabriel Faryas (Enquanto a partida durar)
    Direção de arte: Sheila Marafon (Enquanto a partida durar)
    Figurino: Guilherme Suman, Allan Riggs (Cardo)
    Fotografia: Vinicius Linhares Macedo (Cardo)
    Trilha sonora: Pavão Negro (Enquanto a partida durar)
    Montagem: Robert Denilson, Felipe Iesbick (Diários de um slasher canoense)
    Desenho de som: Nathan Lopes (Enquanto a partida durar)

    Melhor filme – Júri da crítica: Diários de um slasher canoense
    Melhor filme – Júri popular – Troféu Cine Porcello: Diários de um slasher canoense
    Troféu do Metropolitano RS – Ecossistema Audiovisual:

    CATEGORIA ESTADUAL
    A Biblioteca de Jorge Furtado (Glênio Póvoas, Luiz Alberto Cassol / Porto Alegre, documentário)
    A Casa da vó (Luiz Levandovski / Erechim)
    A Invenção (André Arteche / Novo Hamburgo)
    Cardo (Allan Riggs, Guilherme Suman / Canoas-Porto Alegre)
    2 batuqueiros – Encontro dos mestres Borel e Giba Giba (Claudinho Pereira, Carlos Caramez, Mirian Fichtner / Porto Alegre, documentário)
    Enfim S.O.S. (Zaracla / Porto Alegre)
    Eu te escuto (Rodrigo Teixeira / Porto Alegre-Estância Velha)
    F. M. (Cassiano G. Zanella / Erechim)
    Gambá (Maciel Fischer / Teutônia)
    História de pescador (Edison Rodrigues, Renato Winckiewicz / Porto Alegre-Maquiné)
    Hoje é teu! (Luiz Alberto Cassol / Santa Maria)
    IGNI – Lembranças do fogo (Rodrigo Fraga / Cachoeirinha)
    Meu nome é Jorge (Rafa Ferretti / Porto Alegre-Novo Hamburgo, documentário)
    O Correspondente (Thali Bartikoski, Bruno Barcelos / Santo Antônio da Patrulha)
    O Pente (Alisson Affonso / Rio Grande, animação)
    O Último trem (Boca Migotto / Bento Gonçalves)
    Para onde foram os dragões? (Mirela Kruel / Cachoeira do Sul, documentário)
    Todos os bebês nascem pelados em Cachoeira do Sul (Thiago Beckenkamp, Eduarda Rodrigues / Cachoeira do Sul)

    Melhor filme: Cardo (+ prêmio Locall Cinema e Televisão em locação de equipamentos)
    Direção: Allan Riggs, Guilherme Suman (Cardo)
    Roteiro: Thiago Beckenkamp (Todos os bebês nascem pelados em Cachoeira do Sul)
    Atriz: Liane Venturella (O Último trem)
    Ator: Nelson Diniz (O Último trem)
    Direção de arte: Thiago Beckenkamp, Eduarda Rodrigues (Todos os bebês nascem pelados em Cachoeira do Sul)
    Figurino: Guilherme Suman, Allan Riggs (Cardo)
    Fotografia: Vinicius Linhares Macedo (Cardo)
    Trilha sonora: A Biblioteca de Jorge Furtado
    Montagem: Thiago Beckenkamp (Todos os bebês nascem pelados em Cachoeira do Sul)
    Desenho de som: Dave Deville (Eu te escuto)
    Menção honrosa: O Pente

    Melhor filme – Júri da crítica: F. M.
    Melhor filme – Júri popular – Troféu Cine Porcello: A Invenção

    FORA DE CONCURSO
    Prazer, Mato do Júlio (Romir Rodrigues, Ulisses da Motta, 2025, 19 min, documentário)
    1940 – A origem – CICS Canoas (Andrei Fialho, 2025, 47 min, documentário)
    Um Filme de BR (Wender Zanon, 2025, documentário, estreia)
    Roma : Guaporé (Gilberto Perin, 2025, 10 min, documentário)
    Cinema gaúcho dos anos vinte (Antonio Jesus Pfeil, 1973, 11 min, documentário)
    Sargento Garcia (Tutti Gregianin, 2000, 15 min)

    HOMENAGENS
    • Marcos Breda
    • Gilberto Perin
    • Alice Urbim
    • Sesc Canoas


    Troféu Canoeiros, instituído em 2024.
    Criação: Lorena Steiner.

     

  • Mostra Sedac/Iecine de Longas Gaúchos

    Os cinco títulos que competiram na Mostra Sedac/Iecine de Longas Gaúchos, realizada durante o 53° Festival de Cinema de Gramado, serão exibidos de 10 a 14 de setembro de 2025 na Cinemateca Paulo Amorim, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Estas sessões ampliam o público dos filmes e são uma oportunidade de conferir os destaques da nova safra de produções gaúchas, que saíram de Gramado com prêmios em dinheiro oferecidos pela Sedac por meio do Instituto Estadual de Cinema do RS (Iecine), num total de R$ 55 mil, além dos Kikitos.

    A Mostra Sedac/Iecine deste ano reúne três documentários e dois longas de ficção e destaca a diversidade do nosso cinema, em seus temas e cenários. Ente as ficções, Bicho monstro foi rodado na região de colonização alemã de Morro Reuter e se baseia em uma lenda dos primeiros imigrantes, enquanto Passaporte memória acompanha um homem que enfrenta lembranças do passado relativas à ditadura militar no Brasil e teve locações em Pelotas. Já os documentários tratam de questões muito atuais, incluindo reflexões sobre a pré-adolescência em Quando a gente menina cresce, rodado em uma escola da periferia de Santa Maria; o debate sobre inclusão de pessoas com Síndrome de Down no filme Uma em mil, feito a partir dos familiares dos diretores; e um olhar sobre a tragédia das enchentes no estado em Rua do Pescador, nº 6, com foco em uma comunidade da Ilha da Pintada.

    Os filmes serão apresentados com entrada franca, à exceção de Bicho monstro, que terá ingressos a R$ 10,00 por conta da exibição em pré-estreia (já disponível para venda).
    As entradas para as sessões gratuitas podem ser retiradas na bilheteria uma hora antes da exibição.

    Sala Paulo Amorim
    Confira a programação completa

    Uma em mil (Jonatas Rubert, Tiago Rubert, 70 min)
    10 set 2025, qua, 19h

    Os irmãos Jonatas e Tiago Rubert assinam a direção do documentário, em que misturam experiências pessoais e familiares com uma investigação inovadora da experiência de se viver com a síndrome de Down. Se as estatísticas dizem que as chances de uma pessoa nascer com a condição são de “uma em mil”, a família Rubert conseguiu ir além, já que Tiago e seu tio Cleber são pessoas com Síndrome de Down. O filme ganhou os Kikitos de direção, roteiro e montagem. Os diretores e as montadoras do filme estarão presentes para conversar com o público após a sessão.

    Quando a gente menina cresce (Neli Mombelli, 72 min)
    11 set 2025, qui, 19h

    A cineasta Neli Mombelli, que também é produtora cultural, conduz o documentário protagonizado por um grupo de meninas de uma escola pública de Santa Maria que vive a transição da infância para adolescência. Elas têm entre 9 e 12 anos e, ao longo do ano letivo, sentem mudanças no corpo, medos, desejos e vivem a expectativa da chegada da primeira menstruação. O longa conquistou os prêmios de melhor filme pelo júri oficial e pelo júri popular, além de uma menção honrosa para o elenco feminino. A diretora e equipe participam do debate após a sessão.

    Passaporte memória (Decio Antunes, 90 min)
    12 set 2025, sex, 19h

    Primeiro longa de ficção do veterano diretor teatral Decio Antunes, o roteiro acompanha Marcelo, um brasileiro que vive em Paris e volta ao país depois da morte da mãe. Em busca de respostas para algumas questões do passado, ele se confronta com lembranças da infância durante a ditadura militar no Brasil.  O longa ficou com os Kikitos de melhor ator (Stephane Brodt) e atriz (Lara Tremouroux). O diretor e os produtores conversam com o público depois da exibição.

    Rua do Pescador, nº 6 (Bárbara Paz, 90 min)
    13 set 2025, sab, 19h

    Na direção do seu segundo documentário, a artista gaúcha Barbara Paz saiu em busca de memórias e histórias de vidas marcadas pela tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul.  O foco recai sobre uma comunidade ribeirinha da Ilha da Pintada, onde os moradores não perderam o amor pelo lugar e buscam reconstruir suas vidas. O documentário recebeu os prêmios de desenho de som e trilha musical (Renato Borghetti). Os produtores estarão na sessão para conversar com o público.

    Bicho monstro (Germano de Oliveira, 75 min)
    14 set 2025, dom, 19h

    O diretor Germano de Oliveira ambienta o seu primeiro longa-metragem em uma comunidade rural, onde a pequena Ana se impressiona com uma peça sobre o misterioso Thiltapes, animal folclórico da cultura germânica do Sul do país. Duzentos anos antes, um botanista alemão ouve uma história sobre esse mesmo animal. Enquanto lidam com dilemas distintos, ambos perseguem a mesma criatura. O filme levou os Kikitos de direção de arte (Gabriela Burck) e fotografia (Bruno Polidoro) e a sessão terá as participações dos dois ganhadores para um bate-papo.

     

     

     

     

     

  • Mostra Política de Cinema

    190 anos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul

    Em celebração aos 190 anos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, acontece a Mostra Política de Cinema, com exibições gratuitas. A ação conta com uma seleção de 14 produções audiovisuais que retratam a história, a cultura e as transformações políticas do Estado ao longo do tempo.

    Duas exposições no Memorial do Legislativo: de figurinos dos filmes selecionados, de Carol Scortegagna, e fotográfica, Pretos na tela, de Dulce Helfer.

    As exibições são no Memorial do Legislativo e na Cinemateca Paulo Amorim na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, sempre às 19h.

    Presença de cineastas, roteiristas, atores, músicos e convidados especiais para um bate-papo com o público.

    Programação

    Netto perde sua alma (Beto Souza, Tabajara Ruas, 2001)
    12 ago 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    A Cabeça de Gumercindo Saraiva (Tabajara Ruas, 2018)
    25 ago 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    26 ago 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Os Senhores da guerra (Tabajara Ruas, 2014)
    8 set 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    9 set 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Legalidade (Zeca Brito, 2019)
    22 set 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    23 set 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Mostra de Curtas Tempo e Reflexão: cinco filmes contemporâneos e debate com diretores. Mediação: Sofia Ferreira, diretora do IECINE Instituto Estadual de Cinema do RS: O Dia em que Dorival encarou a guarda (Jorge Furtado, José Pedro Goulart, 1986) + Concha de água doce (Lau Azevedo, João Pires, 2022) + Possa poder (Victor Di Marco, Márcio Picoli, 2022) + Sabão líquido (Fernanda Reis, Gabriel Faccini, 2023) + Não tem mar nessa cidade (Manu Zilveti, 2024)
    6 out 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    7 out 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    O Tempo e o vento (Jayme Monjardim, 2013)
    8 out 2025, qua, 19h – Teatro Simões Lopes Neto: Exibição especial em razão dos 120 anos de Erico Verissimo, com a trilha sonora orquestrada ao vivo pela Orquestra Theatro São Pedro
    28 out 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    O Caso do homem errado (Camila de Moraes, 2017)
    13 out 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    14 out 2025, ter, 19h, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Verdes anos (Giba Assis Brasil, Carlos Gerbase, 1984)
    10 nov 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    11 nov 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Mudança (Fabiano de Souza, 2020)
    1º dez 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    2 dez 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Sobreviventes do pampa (Rogério Rodrigues, 2023)
    15 dez 2025, seg, 19h – Memorial do Legislativo
    16 dez 2025, ter, 19h – Cinemateca Paulo Amorim-Sala Paulo Amorim

    Endereços em Porto Alegre, no Centro Histórico:
    Cinemateca Paulo Amorim na Casa de Cultura Mario Quintana: R. dos Andradas, 736
    Memorial do Legislativo: R. Duque de Caxias, 1.029
    Teatro Simões Lopes Neto no Multipalco Eva Sopher: R. Riachuelo, 1.089

     

  • Filmes que ajudam a entender o Brasil

    Silvio Tendler (1950-2025)

    Um legado com temas sociopolíticos e reflexões em cinebiografias de Juscelino Kubitschek a Os Trapalhões, Josué de Castro, Castro Alves, Marighella, Glauber Rocha, Oswaldo Cruz, Milton Santos, Tancredo Neves, J. Carlos, Haroldo Costa, Ferreira Gullar, Santiago Álvarez, Carlos Zéfiro.

    Dois gaúchos foram protagonistas de suas pesquisas

    Jango (1984)

    Brizola – Anotações para uma história (2024)

    Depoimentos do diretor em:

    Jango em 3 atos (Deraldo Goulart, 2008)

    O Método (Liliana Sulzbach, Carlos Roberto Franke, 2019)

     

  • A Biblioteca de Jorge Furtado

    A Biblioteca de Jorge Furtado
    Brasil (RS), 2025, Full HD, cor, 13 min

    Filmado em 4k, Stereo SR, 1.85

    A biblioteca como fonte da criação. A obra de um artista visceral do cinema brasileiro em diálogo com os livros. Um longo travelling pela trajetória de Jorge Furtado.

    Com as vozes de: Jorge Furtado, Gabriela Correa, Francisco Cuoco, Mirna Spritzer, Nelson Diniz, Adriana Esteves, Vladimir Brichta, Albert Camus, Carlos Cunha Filho, Camila Pitanga, Leandra Leal, Clarice Lispector, Lisa Becker, Paulo José, Roberto Birindelli, Sérgio Lulkin, Fernanda Torres, Wagner Moura, Janaina Kremer, Lázaro Ramos, Caetano Veloso, Dira Paes, Darlan Cunha
    dos filmes dirigidos por Jorge Furtado, produzidos por Casa de Cinema de Porto Alegre: Cretinália (2020), Virgínia e Adelaide (codireção: Yasmin Thayná, 2024), Real beleza (2015), Doce de mãe (codireção: Ana Luiza Azevedo, 2012), O Mercado de notícias (2014), Veja bem (1994), Saneamento básico, o filme (2007), O Homem que copiava (2003), Cena aberta: A Hora da estrela (2003), A Matadeira (1994), Ilha das Flores (1989), Meu tio matou um cara (2004)

    e de Fernanda Montenegro, da Academia Brasileira de Letras.

    Textos de:
    Jorge Furtado,
    William Shakespeare: A Tempestade / The Tempest; Soneto 12 / Sonnet 12, tradução: Ivo Barroso,
    Jorge Luis Borges,
    Fernando Pessoa: “O Pastor amoroso”,
    Albert Camus,
    João Cabral de Melo Neto: “Os Três mal-amados” / “The Three unbeloved”,
    Gustavo Corção,
    Franz Kafka,
    Guimarães Rosa,
    Kurt Vonnegut: “A Grande máquina” / “The Great machine”, In: O Espião americano / Mother Night,
    Cecília Meirelles: Romanceiro da Inconfidência,
    Carlos Drummond de Andrade: “Jornal de serviço” / “Classifields”,
    Molière: Don Juan,
    Alexander Pope, citado por Lewis Carroll,
    Ben Jonson: O Mercado de notícias / The Staple of news

    Trilhas musicais de:
    Leo Henkin: O Homem que copiava, O Mercado de notícias, Real beleza, Veja bem, A Matadeira
    Geraldo Flach: Ilha das Flores
    Caetano Veloso, André Moraes: Meu tio matou um cara

    Excertos de:
    “Sinfonia nº 41 em dó maior. Sinfonia Júpiter. 2º movimento – Andante cantabile” [KV 551] (Wolfgang Amadeus Mozart)
    “As Quatro estações” (Antonio Vivaldi)
    “O Guarani” (Carlos Gomes) por Geraldo Flach (teclados), Zé Flávio (guitarra)
    “Pra te lembrar” (música, letra: Nei Lisboa) por Caetano Veloso (voz), André Moraes (guitarra), Denner Campolina (baixo), Alex Fonseca (bateria), Fábio Soren Presgrave, Hugo Vargas Pilger, Marcio Mallard, Marcus de Oliveira (violoncelos)

    Produção, roteiro e direção: Glênio Póvoas.
    Codireção: Luiz Alberto Cassol.
    Produção executiva: Mônica Kanitz.

    Fotografia e edição: Alex Sernambi.
    Operação de Iphone 16 pro e logger: Brent Behncke.
    Assistência de edição: Luzia Saraiva.
    Pós-produção: Zaracla / Studio Wild.
    Legendagem: Bruna Haas.

    Agradecimentos: Alice Furtado, Julia Furtado, Jonatas Rubert, Marcio Papel, Morfa Produções.
    Agradecimento muito especial: Nora Goulart.

    Filmado no apartamento de Jorge Furtado e Nora Goulart em Porto Alegre, 13 de março de 2025.

    Produção associada: Wild.
    Apoio: Casa de Cinema de Porto Alegre – 35 anos.
    Patrocínio: Banrisul.
    Realização: Associação dos Amigos da Cinemateca Paulo Amorim, Cinemateca Paulo Amorim, IECINE Instituto Estadual de Cinema do RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Rio Grande do Sul.
    Financiamento: Lei Paulo Gustavo / Ministério da Cultura – Governo Federal – Brasil – União e reconstrução.

    ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA CINEMATECA PAULO AMORIM
    Gestão 2023-2025
    Presidente: Glênio Nicola Póvoas
    1º vice-presidente: Luiz Alberto Brizola Cassol
    2º vice-presidente: Luciano Miranda Silva
    Secretária: Patrícia Ritter Volkmann
    Tesoureiro: Paulo Daisson Gregório Casa Nova
    Conselho fiscal: Cristiano Mentz Aquino, Mônica Kanitz, Pedro Guindani Lopes de Almeida

    CINEMATECA PAULO AMORIM
    Coordenação e curadoria: Mônica Kanitz
    Gerência: Fernanda Pucurull
    Assessoria cultural: Bruna Haas
    Apoio à produção: Marcelo Ortiz Filho
    Projeção: Tiago Domingues da Silveira (coordenação)
    Bilheteria: Madalena Luiza John
    Portaria: Adair José Severo de Souza, Sandra Luciene Hartmann
    Estagiária: Lavinia Guerra Samuria, Ana Cristina Schossler Carvalho
    Apoio ao Portal do Cinema Gaúcho: Rodrigo Figueiredo Nunes

    Traduções inglês:
    Liziane Kugland, Jorge Furtado: O Mercado de notícias
    Lisa Becker: Look closely, The Killing machine
    Luis Fernando Verissimo: Island of Flowers
    Patrícia Volkmann

    Versión al español:
    María de la Cruz Gomez: Fíjate bien, La Matadora
    Julian Murguia: Isla de las Flores

    Cartaz: Arte: Alex Sernambi.

    PREMIAÇÃO
    • FECIC 3º Festival de Cinema de Canoas 2025-Categoria Estadual: melhor trilha sonora.
    • La Habana (CU), 46 Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano [4-14 dez]-Selección Oficial Concurso de carteles sobre cine latinoamericano, Exposición lobby Cine Charles Chaplin, 4-14 dez 2025 [O cartaz de A Biblioteca de Jorge Furtado, arte de Alex Sernambi, é um dos 30 selecionados para o concurso; vencedor: Edel Rodríguez por Para vivir – El implacable tiempo de Pablo Milanés, Fabien Pisani, 2025, ES-US-MX.]

    BIBLIOGRAFIA
    Noticiário:
    BUBLITZ, Juliana. 360 Graus: A Biblioteca de Jorge Furtado. Zero Hora, Porto Alegre, 18 nov 2025, p.25, ano 61, n.21.459.

    EXIBIÇÕES
    • Porto Alegre (RS), Mostra Especial Jorge Furtado – Múltiplas narrativas [27-30 mar, 1º-4 abr], Cinemateca Paulo Amorim-
    Sala Paulo Amorim,
    27 mar 2025, qui, 19h30 (complemento pré-estreia de Virgínia e Adelaide, presença da direção e equipe)
    Sala Eduardo Hirtz,
    27 mar 2025, qui, 19h30 (complemento pré-estreia de Virgínia e Adelaide, presença da direção e equipe)
    2 abr 2025, qua, 17h30 (complemento Real beleza)
    4 abr 2025, sex, 19h30 (complemento O Mercado de notícias, perguntas & respostas com o diretor, mediação: G. Póvoas)

    • Canoas (RS), FECIC 3º Festival de Cinema de Canoas [25-28 set]-Categoria Estadual, Sesc Canoas (Av. Guilherme Schell, 5.340, Centro), 27 set 2025, sab, 19h45 (presença da direção + A. Sernambi; debate, mediação: Rodrigo de Oliveira)

    • Santa Maria (RS), SMVC 17º Santa Maria Vídeo e Cinema – Diálogo [29 out-1º nov]-Fora de concurso, Cineclube Lanterninha Aurélio – Centro Cultural CESMA Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (R. Professor Braga, 55, Centro) Auditório João Miguel de Souza, 31 out 2025, sex, 19h30 (apresentação pelos diretores)

    • Três Passos (RS), 7º Festival de Cinema de Três Passos – Lugar de memórias [4-8 nov]-Mostra Não Competitiva de Curta-metragem, Cine Globo (Av. Júlio de Castilhos, 490), 5 nov 2025, qua, 19h

     

  • Ao gigolô das palavras

    Luis Fernando Verissimo (1936-2025)

    Publicamos bibliografia e filmografia do grande escritor.

    Especial Verissimo por Defanti na Cinemateca Paulo Amorim-Sala Norberto Lubisco,
    4, 6, 9 set 2025, qui, sab, ter, 19h15 – Verissimo
    5, 7, 10 set 2025, sex, dom, qua, 19h15 – O Clube dos anjos

    11, 13, 16 set 2025, qui, sab, ter, 14h45 – O Clube dos anjos
    12, 14, 17 set 2025, sex, dom, qua, 14h45 – Verissimo